“temos que aproveitar o pouco tempo que temos com cada pessoa que nos é querida, e amar todos os amores até quando nos é permitido.”
“A única coisa que temos que decidir é o que faremos com o tempo que nos é dado.”
“Como é que sabes que era amor?Bem, sabe-se que é amor quando tudo o que nos apetece fazer é estar com a outra pessoa, e sabemos mais ou menos que a outra pessoa sente o mesmo.”
“A auto-recriminação é um luxo. Quando nos auto-censuramos, temos a sensação de que mais ninguém tem o direito de nos censurar. É a confissão, e não o sacerdote, que nos dá a absolvição.”
“Dizem todos, e os poetas juram e tresjuram, que o verdadeiro amor é o primeiro: temos estudado a matéria, e acreditamos hoje que não há que fiar em poetas: chegamos por nossas investigações à conclusão de que o verdadeiro amor, ou são todos ou é um só, e neste caso não é o primeiro, é o último. O último é que é o verdadeiro, porque é o único que não muda.”
“Sofremos demasiado pelo pouco que nos falta e alegramo-nos pouco pelo muito que temos...”
“- A vida não é concedida a título permanente. - declarou. - É um privilegio e temos de utilizar o nosso tempo de forma judiciosa.Cabe-nos a todos fazer dela o que pudermos (...)A alma é como um pássaro em voo. Escapa-nos e voa livre de novo. Sem constrangimentos." (pág.323)”