“Código de barras, nome, número de série, face, digitais, dna; máscaras para quem não me conhece identificar meus invólucros.”
“Deve haver um número máximo de cidadãos por metro quadrado para que os mesmos não constituam poluição humana.”
“Me proponho a fornecer condições para que haja um maior número de microestados acessíveis aos leitores.”
“Eu escrevo um caixão de gravetos, uma toca de terra; papiro para untar meus restos mortais.”
“O desejo que se encolhia aos meus pés me subiu à cabeça, agora eu não paro de palpitar.”
“Você danificou meu tecido holográfico e agora eu não consigo mais me renderizar, restaure meus nódulos de processamento.”
“Mas mesmo assim escrevo cartas de amor, grito pedidos de socorro, envio para o espaço sideral meu desespero humano na esperança de chegar aos ouvidos e mãos de quem me entenda.”