“De tanto engolir choro soluço uma lamúria, estrela-do-mar que, frente ao predador sexualmente violento expele seu próprio estômago como bode expiatório.”
“O seu sorriso me cravejou de estrelas, cada uma irradiando vários gigaelétron-volts de alegria.”
“Iluminado pela claridade natural da existência cultivei ao meu redor uma clareira de revelações, um oásis envolto por uma redoma de carne e osso, meu próprio corpo.”
“Negado sim, ignorado não; ao menos uma despedida com algum tanto de dignidade, creio eu.”
“O que é se entrega ao que está prestes a ser: tudo, tudo verte em uma arte fractal: pequeninos sonhos como as bases do meu dna.”
“Aos frangalhos eu choro sobre o sangue derramado feixes de dor.”
“Fica ao critério de cada um o próprio administrar-se.”