“Num mundo perfeito isento de erros e horrores não escrevo crítica social nem manifesto político, eu escrevo apenas beleza.”
“De beleza estoica e estática a beleza poética e fluída eu escrevo um tecido holográfico.”
“Quando ganho beijo na bochecha escrevo, quando ganho tapa na cara escrevo e quando não ganho nada ou perco tudo eu ainda assim escrevo.”
“Mas não escrevo por mim, eu psicografo meus predecessores e sucessores.”
“Não escrevo uma história, eu escrevo um tecido holográfico; do qual tudo emerge, até mesmo uma história.”
“Eu escrevo monólitos construídos por processos de deposição controlada.”
“Eu escrevo uma literatura de uma sensualidade erógena inorgânica: água brotando da terra.”