“Todo poeta morre apunhalado no coração pela mão de quem mais se ama.”
“Tomo a mão da intuição e juntos saltitamos os padrões de calçada cada vez mais comidos pela terra.”
“Desfio as fibras de meu coração para diluir o coágulo e gota a gota caem pela folha em pontuação e de esguicho em esguicho se preenche os vãos da oração.”
“Se jogue ao abismo, de mão dadas comigo.”
“Quando o coração de um ser vivo cabe na palma da mão com a outra dê-lhe papinha, alpiste ou ração.”
“Quem se posterga se posterga sob a posteridade, saiba o momento de subir solene; quem se precipita se precipita sobre o precipício, saiba a hora de cair matando.”
“Todo marginal se caracteriza pela violência. Minha arma? Pensamento disparado por palavra.”