“Uma obra crítica ou filosófica, que não se mantenha de alguma maneira numa relação essencial com a criação, está condenada a girar no vazio, do mesmo modo que uma obra de arte ou de poesia, que não contenha em si uma exigência crítica, está destinada ao esquecimento.”

Giorgio Agamben

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“Não há nada que toque menos uma obra de arte do que palavras de crítica: elas não passam de mal-entendidos mais ou menos afortunados.”


“As palavras em si mesmas não são nada. São apenas letrinhas agrupadas ou um monte de sons combinados de uma certa maneira, mas que não fazem nenhum sentido por si mesmos. É a gente que dá sentido às palavras. Está tudo em nossa cabeça, nos pequenos detalhes de como as coisas funcionam dentro dela. É só uma questão de como as coisas se processam no cérebro de uma pessoa e de outra, entende?”


“A questão é: você já reparou como nós esmagamos uma barata numa boa e não sentimos remorso nenhum, apesar de estarmos na realidade exterminando uma vida? Pois é. Fazemos isso porque não nos identificamos com a barata. Porque ela é muito diferente de nós. [...] Pensando por esse lado, acho que algumas pessoas às vezes tendem a fazer do mesmo jeito com relação a outras. Ou seja, elas veem com distanciamento aqueles com quem não se identificam logo de cara, entende? É como se o estranho, que não faz parte do mesmo grupo que nós, fosse visto como um ser inferior... Quase uma barata!”


“O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que se não sente bem onde está, que tem saudades... sei lá de quê! ”


“Acontece, muitas vezes, criarmos uma profunda empatia com uma determinada obra de arte porque, de certa forma, nos conseguimos descobrir nela, ou numa parte dela.”


“A culpa em alguém como Bucky pode parecer absurda, porém é, de fato, inevitável. Uma pessoa como ele está condenada. Jamais irá corresponder ao ideal que carrega dentro de si. Nunca sabe onde termina sua responsabilidade. Jamais aceita seus limites porque, sobrecarregado com uma severa bondade natural que não lhe permite resignar-se ao sofrimento dos outros, nunca admitirá , sem se sentir culpado, que possa estar sujeito a alguma limitação”