“Só porque o Turner usa aquele estilo manhoso depois das seis da tarde. Lollapalooza julga que é porreiro andar descalça e eu tenho uma cadela labrador no meu escritório, isso não significa que pode baixar os seus padrões.”

Mo Hayder

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“Uma criança recém-nascida, julga-se infinita. Não sabe onde é que acaba, onde é que tem os seus limites. Depois, descobre os pés e fica fascinada. É um bebé que se depara com os seus limites: Ah, é então aqui que finda o meu corpo. E, aos poucos, o mundo vai-se tornando maior, porque a criança se vai tornando mais pequena: antes era tudo e agora não vá além dos pés. Vai-se contraindo. O ego vai-se arrepiando num pontinho e deixando espaço para que as coisas possam existir à sua volta. Surge o Eu e o Tu. A criança cria essa distância, e o melhor que se pode esperar é que essa distância mantenha alguma proximidade. Mas tudo isto faz parte do crescimento, tal como faz parte do encolhimento e da expansão do universo.”


“Isso não é amor. Eu já estive apaixonado, mas isso não é a mesma coisa. Não se trata de um sentimento meu, mas de uma força exterior que se apoderou de mim. Veja, eu fugi porque decidi que tal coisa não poderia acontecer, entende, como uma felicidade que não pode existir na terra; mas lutei contra mim mesmo e vejo que sem isso não existe vida.”


“Eu queria um dia escrever um livro. Eu não queria plantar uma árvore. Não queria um filho. Queria só um livro. Queria ler um livro que eu mesmo escrevesse. Um escritor disse uma coisa um dia. Eu não sei quem ele era. Só ouvi alguém dizer o que ele teria dito. Parecia arrogância, mas não era. Era auto-suficiência. Parece que perguntaram para ele o que ele lia, ou o quê ele estava lendo. “Quando quero ler um livro, eu mesmo o escrevo”. Eu queria ter dito isso. Eu queria poder escrever. Mas em mim só encontro o silêncio. E por isso, eu não sei escrever. Escrever, é claro que eu sei. Só não sei escrever um livro. Não consigo encontrar as palavras. Não consigo encontrar as palavras nas palavras. Só encontro minha voz, no que penso. Mas o que eu penso, ninguém ouve. O que eu penso é silêncio. Então eu me calo. O silêncio é minha voz.O silencio é a voz que eu calo.O silêncio é a voz que eu guardo.O silêncio, é lá onde eu moro.O silêncio sou eu.”


“Gostar é diferente; não me perguntes o que é gostar, o que é isso da paixão, eu sei bem e custa horrores a sarar; as paixões são funestas porque vivem, desamparados, no maior egocentrismo. Sobretudo se não se percebe como acabam.”


“In most crime novels the violent act, usually the murder, is the engine. Take that away and there is little left to drive the story along. So I do get a little cross with authors who aren’t precise about the violence they’re using to create tension because I feel they’re being dishonest with their readers. If people don’t like the blood and violence in my books, fine, they can always close the cover and put it aside and maybe read a romance instead. – Mo Hayder”


“I noticed that in Tokyo people didn’t smell. It was funny. I couldn’t smell them, and they didn’t say very much: the trains were packed but it was quite silent, like being jammed into a carriage with a thousand shop-window mannequins.”