“O não-saber é o fundamento de tudo, ele cria o todo através de um acto que repete a cada instante, produz este mundo e qualquer outro, uma vez que está sempre a tomar como real aquilo que o não é. O não-saber é o gigantesco equívoco que serve de base a todas as nossas verdades, o não-saber é mais antigo e mais poderoso do que todos os deuses juntos.”
“Lei, padre, ha conosciuto i tempi in cui le sorti dell'umanità erano ancora nelle mani di Dio. Ma io no, non ho conosciuto quei tempi, sono nato dopo, e mi sembrano lontani come un'era preistorica. Posso arrivare a rimpiangerli, ma che senso avrebbe? E come me, dopo di me, sono comparsi altri milioni di persone, in questo mondo che è cambiato così profondamente, che è diventato di colpo così precario, traballante. E lei non crede que alcune di queste persone, almeno alcune, non tutte, possano essere congenitamente un po' diverse, possano avere sviluppato qualcosa de profondamente simile a questo nuovo mondo, che prima di loro non era mai esistito? Non lo crede possibile?”
“A poesia está guadarda nas palavras - é tudo que eu sei.Meu fado é o de não saber quase tudo.Sobre o nada eu tenho profundidades.Não tenho conexões com a reladidade.Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro.Para mim poderoso é aquele que descobre asinsignificâncias (do mundo e as nossa).Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil.Fiquei emocionado.Sou fraco para elogios.”
“Mas há muitas pessoas que têm talento e vontade, e muitas delas nunca chegam a nada. Esse é só o princípio para fazer qualquer coisa na vida. O talento natural é como a força de um atleta. Pode-se nascer com mais ou menos faculdades, mas ninguém chega a ser um atleta apenas porque nasceu alto ou forte ou veloz. O que faz o atleta, ou o artista, é o trabalho, o ofício e a técnica. A inteligência com que nascemos constitui apenas as munições. Para conseguirmos fazer qualquer coisa com ela, é necessário transformarmos a nossa mente numa arma de precisão.”
“Lembre-se que o que incomoda você não é o que as outras pessoas fazem, e sim sua reação a isso. Em vez de dizer "Eles deviam fazer isso", diga: "Queria saber por que me incomodo com o que eles estão fazendo.”
“Una portinaia stava lucidando il pavimento dell'ingresso, e lo guardò storto quando calpestò le piastrelle, lasciandoci il segno delle suole. Cosa si aspettava, pensò Mète, che nessuno gliele sporcasse mai più? Qualcuno doveva pur farlo...”