“Escrevo no ar anseios de chuva, sopros de brisa; gargalhadas do trovão.”

Filipe Russo

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“Não só de ferimentos escrevo mas também do que quer que for me ocorrendo.”


“Escrevo um trabalho braçal de pensamento esmurrado ao papel.”


“Eu escrevo monólitos construídos por processos de deposição controlada.”


“Eu escrevo um caixão de gravetos, uma toca de terra; papiro para untar meus restos mortais.”


“Num mundo perfeito isento de erros e horrores não escrevo crítica social nem manifesto político, eu escrevo apenas beleza.”


“Eu escrevo uma salva de saudade, um funeral de flores; epitáfio para demarcar onde a vida morre em paz.”